conversa de café ...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

segunda-feira de manhã ... uma senhora pede no café do meu emprego:

- Quero uma sandes de chourição...
... mas não ponha muito!

- Quer com ou sem manteiga ?

... no comments ;-)

Um católico estranho

Um católico estranho é um gajo que passa anos a estudar o aquecimento global, escreve livros sobre isso, integra o IPCC (Intergovernmental Panel for Climate Change) mas acaba sempre a dizer que não acredita. Deus não nos pregaria uma partida dessas.

O João Não Joga

Há dias o Alex lembrou-se disto. No torneio de Futsal apareciam sempre equipas com nomes estranhos, giros, bizarros, enfim tudo aquilo que se pode imaginar. Havia os CPOEV (Chuta Para Onde Estiveres Virado), os Heróis do Bar, Copus Ensemble, Teodelitos, As Crisófitas, etc. Mas houve um nome que nos ficou na memória. A história é mais ou menos assim: no dia do sorteio aparecem uns putos já depois da hora, sem nome para a equipa e com um jogador a mais do que o permitido pelo regulamento. Lá lhes dissemos que teriam de deitar fora um jogador e arranjar um nome para a equipa. Os gajos olharam para a lista, conferenciaram e ás tantas diz um para o outro, "epá risca o João". OK o número de jogadores já estava. Agora "falta o nome". "O nome ... epá o nome pode ser O João Não Joga"

Segredo

sábado, 13 de dezembro de 2008

Eu contava o que é a Delícia da Cegonha... mas é segredo

Neverland e o fotão

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

E se alguém me disser: "eu sou Neverland", responderei que sou um fotão, daqueles da experiência do gato. Por onde quer que passe, parto sempre um pescoço.

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Há meses que ando para escrever um post sobre a pouca simpatia que sinto pelo pragmatismo. Ainda não será hoje...

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Se alguém me dissesse "eu sou Everland" ... eu faria muito Chocolate.

Fome

domingo, 7 de dezembro de 2008

Ouvi falar de Fome e lembrei-me de uma velha história. Há já alguns anitos (28, creio eu), mandaram-me fazer um daqueles trabalhos abomináveis, no âmbito da não menos abominável (para mim) disciplina de Educação Visual. Consitia em pintar com lápis de cera uma folha de papel e depois cobrir tudo com tinta da china. Finalmente com uma lâmina raspava-se a tinta da china deixando aparecer as cores do lápis por baixo da tinta da china. Para a tinta saltar a cobertura do papel com lápis tinha de ser boa. Aqui o bom do je, pintou aquela merda toda à pressa de modo que a tinta não saltava nem por nada. O momento de apresentar o trabalhinho aproximava-se e nada de jeito saía dali. Por essa altura as notícias centravam-se na greve de fome dos activistas do IRA em Belfast na cadeia. Nos últimos 5 minutos peguei na tinta da china, pintei tudo de preto et voilá. Vira-se a página, identifica-se o trabalho com nome, número, etc. as merdas do costume. Tínhamos de dar um título à obra. Vai daí... Homenagem a Bobby Sands (um dos activistas que viria a morrer de fome). Resultado: negativa e chamada do papá à escola (!?). Felizmente o meu pai simpatizava com estas merdas ...

A história da História do Beco

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Na minha rua havia um tipo com um jeito especial para contar histórias. Com ou sem nexo. Previamente elaboradas ou improvisadas no momento. Histórias que começavam e terminavam ali ou contadas em capítulos. Sempre com personagens estranhos. Hilariantes por vezes (o Horácio do camião e a Tia Anica dos Malacuecos), mas outras vezes quase auto-biográficos como era o pai do Tomás da famosa (entre nós) História do Beco. A História do Beco envolvia então o pai do Tomás. Um homem enganado que procurava de forma estranha a verdade. Verdade essa que lhe tinha sido negada desde sempre. Tinha várias versões esta história mas terminava sempre da mesma forma. O pai do Tomás encontrava a única pessoa capaz de lhe contar a verdade, que era simultaneamente quem o enganara e quem sempre lhe negara essa necessidade. Mas agora estava na disposição de finalmente lhe contar tudo e de lhe permitir finalmente o merecido descanso. Esse encontro acontecia sempre num beco. Só que, de tanto esconder a verdade, esta havia sido esquecida. O pai do Tomás ficaria para sempre preso no beco. Naquele ou em qualquer outro...

De Profundis

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O Mar acompanhou-me desde pequeno. O meu pai só pensava em Mar. Talvez por isso, queria ser pescador. Lá me convenceram que de que tinha de ir para a Universidade. Acabei Oceanógrafo, claro. Há dias ofereceram-me um livro, De Profundis de Miguelanxo Prado. Acreditem que vale mesmo a pena. Parece que será acompanhado de um filme. Fica o trailer.

À volta da beleza

sábado, 29 de novembro de 2008

A thing of beauty is a joy forever, assim começa O Endimião de John Keats. Quase na mesma onda, a Pirelli produziu uma série de calendários com fotos de modelos semi-nuas num dos locais que povoa a minha imaginação: o delta do Okavango (Neverland deve ser parecido). Se bem que a conjugação não seja unânime, no que ao bom gosto diz respeito, fica o slogan: Só a beleza pode salvar o mundo.

Olhos azuis!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Já lá vão dois longos anos sem o azul dos teus olhos!!!

As irmãs da caridade

Fucking great song...

filme épico, com uma história envolvente ...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Não costumo falar muito sobre filmes … mas ontem tropecei no youtube com esta entrevista sobre um filme épico, com uma história envolvente. Tratou-se de uma mega produção gravada em chroma key …com roteiro … e que até teve uma coruja para dar maior ênfase.

Fiquem com a entrevista … o filme fica para a próxima …

beijos e quasares

domingo, 23 de novembro de 2008

"Estás a ver aquele quasar? Pois o beijo que te mando é tão grande como a distância que nos separa dele"