Hey Now Now ...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

...won't undo their past by walking and talking backwards

Hey now now, we're goin' down down
and we ride the bus there and pay the bus fare
or we find a new reason, a new way of living
and we breathe it in and try to dream again...

Palavas

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Falar de palavras pode magoar algum dos nossos visitantes. Aquilo que beija uns agride os outros. Deixemos então as palavras. Que o tema seja então Palavas. A minha inocência levou-me a pensar que Palavas seria a solução. Não foi. Mas pelo menos Palavas beijou-me. E concerteza que foi o principio da solução. Que a Torre nos ajude!

Say Yeah!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Clap Your Hands Say Yeah. Em certos dias... é a minha cara!


Não Mexe...!!!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Por isso é que o cão é o melhor amigo do Homem!!!


Mais ...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

E á noite... o nosso visitante. O conviva para o jantar

Histórias do Verão

Uma cama de rede entre duas oliveiras, FNAT nos ouvidos (FNAF desta vez... estamos de férias) e This Mortal Coil a tocar. This Mortal Coil foi um projecto da 4AD (um eterno hino à beleza) que assentava basicamente nos Cocteau Twins, nos Dead Can Dance e nos Colourbox. Voltemos à cama de rede. Decidi portanto revisitar It’ll End in Tears. O disco começa com Kangaroo (da qual ficou um registo ao vivo de J. Buckley cuja duração é comparável à semi-vida do plutónio). De seguida, A Song to the Siren de… Tim Buckley, com a voz de Elizabeth Fraser. Simplesmente inacreditável. As árvores não disseram nada, é verdade, mas os cactos disseram quase tudo, os cardos perderam os picos, o calor refrescou-me. Definitivamente, It will not End in Tears!

Neverland ... em versão simples

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Durante os últimos meses falei várias vezes de Everland e Neverland. Ás vezes de coisas complicadas. Hoje tenho uma imagem de Neverland. Foi capturada no Cabeção. É bem simples e mostra-nos como com vontade e engenho é fácil chegar lá.

Foi “para beber cerveja e embriagar-se” que o homem se tornou agricultor

segunda-feira, 15 de setembro de 2008


Não ... não é mais uma anedota. A notícia foi publicada no site do "Público".


Pelos vistos, e segundo um respeitado biólogo e historiador natural alemão (Josef H. Reichholf), a chamada revolução do neolítico, quando os seres humanos se tornaram sedentários e começaram a cultivar a terra há dez mil anos deveu-se ao facto de o homem se ter tornado agricultor “para beber cerveja e embriagar-se”, contrariando a ideia que tinha sido a procura de uma melhor alimentação o motivo da mudança.


Sinto-me feliz por saber que muitas das (ébrias) horas que pensava ter desperdiçado enquanto jovem afinal não eram mais do que o reflexo da evoulção da espécie ...

Cactos, ventos e desertos

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ouvi dizer que o deserto chora porque ouviu falar de uns ventos. E se os ventos levam os cactos? Os cactos, sabe-se, adaptam-se bem a qualquer sítio. Mas os cactos são do deserto, é lá que eles vivem em pleno, é essa a terra que amam...

Andrew Bird

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Vamos deixar as anedotas por um momento. Fiquemos com a genialidade de Andrew Bird com Plasticities e Heretics.




Não acredito em Milagres ...
pero que los hay, los hay ...

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Uma solteirona descobre que uma amiga ficou grávida só com uma oração que rezou na igreja duma aldeia próxima.

Uns dias depois foi a essa aldeia e diz, a solteirona, para o Padre:

- "Bom dia Padre."

- "Bom dia minha filha. Em que posso ajudar?"

- "Sabe Padre, soube que uma amiga minha veio aqui e ficou grávida só com uma Ave Maria."

- "Não minha filha, foi com um Padre Nosso, mas já o transferimos!"

Lula versus Espargo

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Uma lula andava na rua a passear com um espargo. Entretanto, o espargo deu um apalpão à lula e esta assustou-se e disse:
- Éspargo ou quê?!
E o espargo respodneu:
- Schiu! Calula!

Gaja versus Gajo

GAJA:
Ele ficou esquisito a partir de sábado à noite. Tínhamos combinado encontrarmo-nos num bar para beber um copo antes de jantar. Andei às compras a tarde toda com as amigas e pensei que o seu comportamento se devesse ao meu atraso de vinte minutos. Mas não. Nem sequer fez qualquer comentário, como lhe é habitual.
A conversa e o sítio não estavam muito animados, por isso propus irmos a um lugar mais íntimo para podermos conversar mais tranquilamente. Fomos a um restaurante caro e elegante. A comida estava excelente e o vinho era de reserva. Quando veio a conta, ele nem refilou e continuava a portar-se de forma bastante estranha. Como se estivesse ausente.
No caminho para casa, já no carro, disse-lhe que o amava. Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros, de forma paternal e sem me contestar. Não sei como explicar a sua atitude, porque não disse que me queria como faz habitualmente. Simplesmente não disse nada.
Começo a ficar cada vez mais preocupada. Chegámos por fim a casa e, nesse preciso momento, pensei que ele me queria deixar. Tentei fazer com que falasse sobre o assunto mas ele ligou a televisão e ficou a olhá-la com um ar distante. Por fim, desisti e disse-lhe que ia para a cama.
Mais ou menos dez minutos depois, ele entra no quarto e deita-se a meu lado. Para enorme surpresa minha, correspondeu aos meus beijos e carícias e acabámos por fazer amor. Não foi tão intenso como o normal, mas ele pareceu gostar. Apesar de continuar com aquele ar distraído que tanto me aflige. Depois, ainda deitada na cama, resolvi que queria enfrentar a situação e falar com ele o quanto antes. Mas ele já tinha adormecido. Comecei a chorar e continuei a fazê-lo pela noite dentro, até adormecer quase de manhã.
Estou desesperada, já não sei o que fazer. Estou praticamente convencida que os seus pensamentos estão com outra. A minha vida é um autêntico desastre!

GAJO:
O Benfica perdeu... pelo menos dei uma queca...

Um gajo é sempre um gajo

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Após um naufrágio, um gajo e uma gaja (boa, boa, tipo Ermesinde) vão parar a uma ilha. Não havendo alternativas ... Ao fim de algum tempo diz ele para ela. Epá, apanha o cabelo e veste um dos meus fatos. Diz ela para com os seus botões: "fosga-se que o gajo deu em maricas mais depressa do que julgava". Mas enfim lá se dispôs a satisfazer a fantasia do gajo. Quando aparece assim vestida, diz-lhe o gajo: "Bem, nem imaginas a gaja que eu ando a comer".

"Olha para o que eu digo não olhes para o que eu faço"


















... Desde pequeno que me habituei a ouvir este provérbio. Sempre o achei altamente injusto pois, se por um lado tento ser o mais cumpridor possível, por outro gosto que quem me define as regras sem preocupe em dar o exemplo.

Não tenho a certeza, mas pelo que conheço do resto do mundo, este provérbio deve ser bem Português.

Enfim, como sou Português, vou esperar primeiro pelo exemplo
;-)