Após um naufrágio, um gajo e uma gaja (boa, boa, tipo Ermesinde) vão parar a uma ilha. Não havendo alternativas ... Ao fim de algum tempo diz ele para ela. Epá, apanha o cabelo e veste um dos meus fatos. Diz ela para com os seus botões: "fosga-se que o gajo deu em maricas mais depressa do que julgava". Mas enfim lá se dispôs a satisfazer a fantasia do gajo. Quando aparece assim vestida, diz-lhe o gajo: "Bem, nem imaginas a gaja que eu ando a comer".
Um gajo é sempre um gajo
Publicada por Dead Man 1 à(s) 21:48 1 comentários
"Olha para o que eu digo não olhes para o que eu faço"

... Desde pequeno que me habituei a ouvir este provérbio. Sempre o achei altamente injusto pois, se por um lado tento ser o mais cumpridor possível, por outro gosto que quem me define as regras sem preocupe em dar o exemplo.
Não tenho a certeza, mas pelo que conheço do resto do mundo, este provérbio deve ser bem Português.
Enfim, como sou Português, vou esperar primeiro pelo exemplo
;-)
Publicada por Alex Sed Lex à(s) 13:50 0 comentários
Don’t walk away in silence …
… um dos meus atratores, bem estranho e difícil de perceber, é o que terá passado na cabeça de Ian Curtis durante a sua fase criativa nos Joy Division …
P.S.: Para quem ainda não foi ver o documentário “Joy Division”, está no cinema El Corte Inglês … vale bem a pena.
Publicada por Alex Sed Lex à(s) 16:45 0 comentários
Atractores
Sabemos hoje que certos sistemas exibem estranhos atractores. Um dos mais famosos é o atractor de Lorenz. Mas, vistas bem as coisas, todos temos os nossos atractores. Alguns bem estranhos e difíceis de perceber. Claro que não vou revelar nenhum dos meus atractores...
Publicada por Dead Man 1 à(s) 14:46 0 comentários
...
Há coisas transparentes das quais não se tira nada. É como se de facto, fossem opacas.
Publicada por Dead Man 1 à(s) 14:30 0 comentários
Cristina Branco ... outra vez
Não é uma canção fabulosa. Apenas entretida. Ainda assim, a voz da Cristina Branco é magnífica como sempre.
"Escrever teu nome na areia
É coisa que me cansei
Pois na areia se apagam
As letras que eu tracei"
Publicada por Dead Man 1 à(s) 14:07 0 comentários
Contaram-me
Dois amigos reencontram-se no café. Diz um deles para o outro: "Epá, estás mais gordo. Essa barriguinha é de 3 meses". Responde o outro: "3 meses? não pá, 9 meses e 15 dias, até já sinto o bracinho, queres ver?"
Publicada por Dead Man 1 à(s) 10:58 1 comentários
Porque gosto de cheerleaders e porque a Sra. das Limpezas vai adorar!!!!
Publicada por Morteélibertação à(s) 10:57 1 comentários
...
...talvez fosse um barranco. Na verdade Sei de um rio onde poderia desaguar.
Publicada por Dead Man 1 à(s) 16:56 0 comentários
... até tenho vertigens!
Gravidade Quântica, modelos de comportamento humano, noise, mas ajudava! Lá vem o Tsunami de novo, mais árvores a cair, aproveitam-se algumas cerejas (?), noise, muito noise, o barco, lá vai o barco. Aumenta a velocidade angular, encolho-me para baixar a velocidade da cabeça, noise, outra vez muito noise, vejo por ali alguém a quem cumprimento com um caloroso kako si, oiço alguém cantar I can barely see you. O tsunami vai embora, o mar fala italiano e finalmente adormeço. Terei sido perturbante o suficiente?
Publicada por Dead Man 1 à(s) 17:46 1 comentários
O sol
Para quem o via era como o sol que aquecia e animava. Pequeno e russito, parecia mesmo um anjinho barrigudo dos quadros da Ascensão de Maria. Naquele dia o pequeno sol subiu para a bicicleta. Ía aprender a andar, tinha mesmo de aprender a andar. Nunca mais ninguém se ía rir por ter rodinhas atrás. Enquanto se equilibrava imaginou-se a correr os campos de bicicleta, tudo a ficar para trás muito depressa, o vento na cara. Agora o sol, agora vem a sombra, agora ao sol outra vez e a deixar as ovelhas paspalhonas a olhar, mééé! E andou.
Publicada por Cressélia à(s) 14:26 0 comentários
O regresso (de Pan?)
A estrada levava-o a um laranjal (talvez a forma de Neverland há 20 anos). Descobriu todas as entradas para lá. Arquitectou todas as maneiras de lá entrar. Mas a verdade é que nunca lá entrou. A estrada era longa. De cada vez que se fazia á estrada, escolhia bem a música que ia ouvir. Cada traço no asfalto era como se fosse reviver um dia do passado. A música subia de intensidade, os traços passavam cada vez mais depressa. Enfurecia-se. Quando lá chegava só queria voltar para trás e confrontar o passado. Que importava o laranjal?
Passaram 20 anos. Conseguiu deixar o vício. Esse vício horrível de confrontar o passado. Reaprendeu e recuperou tudo. Agora estranham-no. É aceitável mas... não o mandem de volta!
Publicada por Dead Man 1 à(s) 12:29 0 comentários
Gosto disto...
Primal Scream
Publicada por Dead Man 1 à(s) 18:07 0 comentários
Desculpem
Achámos irónicos os anúncio do Magnum, lavámos o cabelo com Karastase e Orgasmix, comemos cereais Albarran ao pequeno almoço, tivemos preocupações com o buraco do euzónio, controlámos rotundas mas lá conseguimos chegar ao Jardim dos Lógicos. E como tínhamos de conduzir ... nada de meios-whiskys!
Publicada por Dead Man 1 à(s) 11:37 0 comentários