Para quem o via era como o sol que aquecia e animava. Pequeno e russito, parecia mesmo um anjinho barrigudo dos quadros da Ascensão de Maria. Naquele dia o pequeno sol subiu para a bicicleta. Ía aprender a andar, tinha mesmo de aprender a andar. Nunca mais ninguém se ía rir por ter rodinhas atrás. Enquanto se equilibrava imaginou-se a correr os campos de bicicleta, tudo a ficar para trás muito depressa, o vento na cara. Agora o sol, agora vem a sombra, agora ao sol outra vez e a deixar as ovelhas paspalhonas a olhar, mééé! E andou.
O sol
Publicada por Cressélia à(s) 14:26 0 comentários
O regresso (de Pan?)
A estrada levava-o a um laranjal (talvez a forma de Neverland há 20 anos). Descobriu todas as entradas para lá. Arquitectou todas as maneiras de lá entrar. Mas a verdade é que nunca lá entrou. A estrada era longa. De cada vez que se fazia á estrada, escolhia bem a música que ia ouvir. Cada traço no asfalto era como se fosse reviver um dia do passado. A música subia de intensidade, os traços passavam cada vez mais depressa. Enfurecia-se. Quando lá chegava só queria voltar para trás e confrontar o passado. Que importava o laranjal?
Passaram 20 anos. Conseguiu deixar o vício. Esse vício horrível de confrontar o passado. Reaprendeu e recuperou tudo. Agora estranham-no. É aceitável mas... não o mandem de volta!
Publicada por Dead Man 1 à(s) 12:29 0 comentários
Gosto disto...
Primal Scream
Publicada por Dead Man 1 à(s) 18:07 0 comentários
Desculpem
Achámos irónicos os anúncio do Magnum, lavámos o cabelo com Karastase e Orgasmix, comemos cereais Albarran ao pequeno almoço, tivemos preocupações com o buraco do euzónio, controlámos rotundas mas lá conseguimos chegar ao Jardim dos Lógicos. E como tínhamos de conduzir ... nada de meios-whiskys!
Publicada por Dead Man 1 à(s) 11:37 0 comentários
Meio Whisky
... O irmão do gajo detestava os vendedores engravatados das páginas amarelas que pediam meio whisky, com a boca torcida, tipo trombose e a mascar uma chicla.
Publicada por Dead Man 1 à(s) 18:07 1 comentários
Gente Comum
"I took her to a supermarket,
I don't know why but I had to start it somewhere,
so it started there."
Publicada por Dead Man 1 à(s) 16:48 1 comentários
...
A boa perspectiva das coisas aprende-se. A merda toda é que também se esquece. É aí que estamos quase sempre lixados... com um F dos grandes
Publicada por Dead Man 1 à(s) 17:11 0 comentários
A Física (em Everland)
A nossa ignorância é sempre o reflexo do nosso tempo. Newton andou pela alquimia, no seu tempo. Kepler era igualmente um astrólogo conceituado, etc... Por ora tendemos a separar as ditas ciências sociais das ciências naturais. Claramente falta-nos uma teoria unificadora. Roger Penrose, argumenta em The Emperor's New Mind que a Física poderá um dia ser capaz de explicar a consciência e tudo o que isso acarreta. Seria estranho se pudéssemos prever o comportamento humano. A coisa haveria de se tornar monótona. Mas por outro lado...
Publicada por Dead Man 1 à(s) 15:59 0 comentários
Sorriso
O teu sorriso ilumina os meus olhos
Tem o brilho da Estrela do Norte
O teu sorriso completa o meu
Acalma o meu ser e mantém-me no meio das estrelas.
Publicada por Morteélibertação à(s) 10:19 2 comentários
Dúvidas ...Dúvidas...
Uns dizem que o clitóris é um pénis "atrofiado" outros dizem que o pénis é um clitóris "gigante"!
Eu prefiro continuar a pensar que me fazem um "cunnilingus" em vez de pensar que estou a fazer um "fellacio".
Publicada por Morteélibertação à(s) 10:58 3 comentários
Cavaleiros, cavalgadas, FNAT...
Deixemos os cavalos. Deixemos também o baú. Vamos mudar para cavaleiros e vamos ver e ouvir uma verdadeira cavalgada. Phones nos ouvidos (FNAT:)) e prego a fundo. Knights of Cydonia Live@Wembley...
Publicada por Dead Man 1 à(s) 21:08 0 comentários
... ainda os Cavalos e o Mar ...
Swimming Horses, live 83 TOTP-Siouxsie and The Banshees
Publicada por Alex Sed Lex à(s) 11:35 0 comentários
Adoro Cavalos Marinhos !!!

Publicada por Alex Sed Lex à(s) 15:02 1 comentários
Porque nunca se sabe quando vamos precisar de construir um!!!
Publicada por Morteélibertação à(s) 22:45 6 comentários
A poeira de Everland
Por aqui, as nuvens são de poeira, daquela que nunca assenta. E quando assenta, a ela adsorvem as partículas de sorriso que ainda transportamos. Gostava de ver o barco voador (não o Dutchman, se bem que os piratas também chegam a Neverland) para poder ver nuvens de verdade, feitas de algodão.
Publicada por Dead Man 1 à(s) 15:33 0 comentários