Како си

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Há dias o mar foi embora e pediu desculpa, em italiano ... "scusa". Pois agora voltou, para me cumprimentar em srpski : "Kako si moj prijatelj"

Sonhar!!!

Vejo-te todos os dias nos meus sonhos
Tento alcançar-te
E sempre que estou perto
Algo me puxa de novo para a realidade...
Quero sonhar para sempre e para sempre poder ver o azul dos teus olhos!!!

M.U EStrela!!!!!

"Life is Pain But i´m still here!!!!"

Everland (outra vez)

terça-feira, 10 de junho de 2008

Diria que a selecção nacional da Grécia, foi em 2004 uma imagem perfeita de Everland, no que ao Futebol diz respeito. Pragmática e feia! Pois bem, agora em 2008, os senhores vinham para repetir a fórmula. Felizmente a coisa começou a correr mal ...

A história

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Há coisas que nos tocam e isso é bom. Quando é um anúncio a tocar-nos, não só é bom como é surpreendente. Quando me toca a mim, que disseco fria e implacavelmente centenas de anúncios, é bom, surpreendente e maravilhoso. É o caso do último anúncio da SuperBock que se junta a mais alguns poucos exemplares que os dedos das mãos sobram para contar. É evidente que a SuperBock tinha já alguns filmes fantásticos - o do Moby, o dos Anjos... - bonitos de ver. Assim como obras de arte que se apreciam de cá para lá, eu cá e eles lá. Eram lindos, mas estavam fora de mim. Este último anúncio é diferente. Está maravilhosamente filmado e montado. A linda história da Brandi Carlile tinha ficado esplendida com este filme como video clip. Mas até aqui são dissecações e detalhes. A verdade mesmo é que este filme me arrepia. Podia ser eu há 20 anos ou eu agora com menos 20 anos. Tem uma vida, uma paixão, uma alegria absolutamente genuinas e comoventes. Tem uma rebeldia boa que eu gosto e que é minha. Tem um estilo "hippie chunga" que me apetece. É intrinsecamente verdadeiro e é meu, aproprio-me, vejo-o de cá para cá, eu cá e ele cá. Há coisas que nos tocam e isso é bom. Obrigada pelo momento.

Ainda sobre a família e a Bola ...

quarta-feira, 4 de junho de 2008


Há dias em que devíamos ficar em casa …

terça-feira, 3 de junho de 2008

Domingo, como de costume, levantei-me cedo, peguei no meu equipamento, vesti-me silenciosamente, tomei o meu café e até fui passear o cão. De seguida, fui até a garagem, enchi a bola, calcei a chuteiras e enfiei-me no meu carro.
De repente, começou a chover torrencialmente. Havia até granizo misturado com a chuva, ventos a mais de 80 km/h. Liguei o rádio e ouvi que o tempo seria chuvoso durante todo aquele dia.
Apesar de saber que muitos dos meus amigos estariam à minha espera, voltei imediatamente para casa, silenciosamente tirei a minha roupa e deslizei rapidamente para debaixo dos cobertores.
Afaguei as costas da minha mulher suavemente, beijei-lhe o pescoço e sussurrei: "O tempo lá fora está horrível…".
Ela, ainda meio adormecida, respondeu: "Acreditas que o idiota do meu marido foi jogar à bola com um tempo destes?...“

… Há dias em que devíamos ficar em casa.

Crazy Girl

sexta-feira, 30 de maio de 2008


Hoje sinto-me like that....

...

Adoro este parágrafo:


"Modern economics is nothing more than "Social Darwinism" (the politics -- NOT the science) as first revealed by God to the Dominican Friar St. Thomas Aquinas 750 years ago, and then perfected by the Physiocrats 230 years ago. Unfortunately, God didn't bother to reveal the Laws of Thermodynamics to St. Thomas at the same time as he was doing "free markets". But then it's not too surprising considering the fact that God alsoneglected to mention that the Earth orbited the Sun." (Jay Hanson -- http://www.dieoff.org/)

A Special Dead Men

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Sempre gostei de ti mas nesse dia em que estavas sentado ao meu lado no sofá não consegui fazer-te companhia…fugi para a rua pois não suportava olhar-te…medo, senti muito medo…já não te via como aquela pessoa que tanto amava.

Lá de baixo olhei para a janela e vi a tua silhueta, estavas a observar-me como que a dizer adeus, a prever o que aí vinha…triste, sentia-me muito triste….

25 dias depois foste embora para não mais voltar e nem oportunidade tive para te dizer o quanto gostava de ti, nem para te dizer Adeus... Destroçada e com um grande peso cá dentro é assim que me sinto já lá vão 14 anos.

... os Homens vivos podem chorar?

Quando éramos Rapazes não chorávamos ...
... agora que somos Homens penso que já podemos, certo brother?

no Sábado apeteceu-me ...

ACC – Pregança do Mar (24-05-2008)

domingo, 25 de maio de 2008

(Este post é uma cópia integral dum outro publicado em http://blog-do-acc.blogspot.com/)

Confesso que foi difícil passar todo aquele ritual, sabendo que seria a última vez. Com a antecedência habitual entra-se no balneário. Um par de meias e outro e finalmente as meias de jogo. Os calções, os ténis e a camisola de aquecimento. As caneleiras e a camisola de jogo ficam já em cima do saco para quando regressar-mos. Entra-se no pavilhão e batem-se as primeiras bolas. As bancadas ainda estão quase vazias mas já lá está o homem das fotos que vai acompanhar cada movimento que eu faço durante o aquecimento. Sinto-me mais tenso do que o habitual (as fotos hão-de revelar um semblante mais carregado do que o habitual). 5 minutos depois começa o ritual. Alonga-se, corre-se, passe e recepção, passe picado, sola, condução de bola e uma série interminável de remates. Lembro-me de olhar 2 vezes para o relógio do pavilhão e pensar que faltam apenas 25 minutos (da primeira vez). Passaram 53 minutos desde que entrei no pavilhão. É hora de recolher ás cabines. A bancada está como habitualmente. Já no balneário, limpa-se o suor, molha-se a cabeça, veste-se a camisola de jogo. As últimas indicações: posse de bola, fechar os passes para o meio, paciência etc… Pedem-me para entrar para a zona onde as equipas alinham antes de entrar em campo. Só eu e o preparador físico. Algo se passa. Chego à zona de entrada. Uauuu!!! A bancada transfigurou-se. Alguém preparou bem a festa. Já no alinhamento para a saudação ao público, vejo o Sr. Rafael. Há quanto tempo. Que comoção! Depois começa o jogo. Nos primeiros momentos é difícil manter a concentração com tanta emoção à volta. Ainda por cima o adversário aparece a jogar em 4x0 o que nos cria algumas dificuldades na marcação. Mas aos 3/4 minutos o Sales faz 1-0 para nós e as coisas vão voltando ao normal. Aqui e a li o entusiasmo das bancadas lembrava-me que para mim era um jogo especial. Por fim o jogo termina. 3-3 é o resultado que fica para a história. Cumprem-se os rituais habituais. Cumprimentam-se os árbitros e os adversários. Depois cumprem-se outros rituais. Acabamos a beber umas imperiais.Obrigado a todos os que apareceram, a todos os que enviaram mensagens (agora percebo todas as mensagens para o telemóvel). É bom saber que temos amigos.

Ó Solidão Solidão …

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Vagueio no deserto do meu ser
Apenas a minha sobra se projecta
no chão
Mato a sede em lágrimas de sangue
Que brotam dos meus olhos cegos
pela solidão

Escrevi estas linhas bem depois da inocência da era espingalonsa … em plena era scarlatini … curiosamente nunca mais me saíram da cabeça ...

Por vezes, para nos sentirmos bem com o mundo exterior, isolamo-nos de tal modo que conseguimos criar dois mundos distintos, completamente antagónicos e concorrentes … à coisas que não controlamos.

Come lá o Cromeleque

quinta-feira, 22 de maio de 2008


O verdadeiro espírito, deste blog pelo menos aquando da sua concepção, era que se fossem contando pequenas histórias. Aquelas que os Mortos já não podem contar. O genial post do Sed_Lex acerca do Espingalonsa enquadra-se perfeitamente nesse espírito. Esta pequena história que se segue também cai exactamente dentro do conceito original.


Jantar de aniversário. Cerca de 20 pessoas á mesa, um restaurante com bom ambiente, comida óptima e servida com alguns requintes no ponto de vista decorativo (e isto não é um pormenor). 4 ou 5 dos convivas, estão mortinhos por ir fumar um cigarrinho (à rua, pois claro), mas combinam entre si que vão esperar que o aniversariante acabe a sua refeição. Só que a refeição nunca mais acabava. Ás tantas o meu vizinho da direita (o Sed_Lex está bom de ver) diz para o aniversariante: "Epá, come come lá o Cromeleque dos Almendres". Nada de especial, o gajo debita piadas destas a cada 30 segundos. Mas de repente olho para o prato do aniversariante e que vejo eu? 5 batatinhas cozidas, cortadinhas e dispostas no prato sob a forma de meníres: o Cromeleque dos Almendres, pois claro ... Continuo sem conseguir conter o riso ...

Duvida Existencial II

Não sei se se recordam do famoso Dartacão!!?
O Dartacão tinha uma namorada chamada Julieta e ambos eram cães, mas como todas as personagens daquela série eram bípedes e tinham comportamentos Humanos.
A dúvida é a seguinte: Será que o Dartacão e a Julieta faziam o "amor" como os cães e ficavam pegados ou faziam o "amor" como os Humanos?

"Espingalonsa"

Nem sempre tudo dura para sempre …
Há coisas que trazemos desde a infância e que de tempos a tempos usamos para perceber o quanto é tão valiosa a inocência dos primeiros anos.
Mais tarde, somos levados a partilhar com outros da nossa casta essas mesmas coisas …

Ontem foi um desses dias …
Partilhei com o mundo aquela canção que de tempos a tempos me recorda o que foi pura inocência …
Refiro-me à mágica canção: "Espingalonsa"

"Espingalonsa"? … sim, "Espingalonsa" é uma canção do Demis Russos que até hoje sempre foi a Espingalonsa. Infelizmente, a tentação de ter à mão um poderoso motor de busca fez com que aquilo que sempre foi para mim o

"Espingalonsa, Espingalonsa, e uotchidei " …

se transformasse num duro e cruel
"Singing along, tapping along Clapping away" …

… acabou o "Espingalonsa" … paz à sua alma …